Sabia que o sucesso é possível para todos? Todos nós estamos predestinados ao sucesso? Mas, dá muito trabalho, inicialmente! É um facto.

 

 Mas, porque razão ainda há pessoas que não atingiram o sucesso? A razão é muito simples, mas é grave. Trata-se de uma doença, já comummente aceite na sociedade atual. A desculpativite. Já tinha ouvido falar?

 

Qual o impacto da desculpatite na sua vida?

 

Que desculpas tem usado, para justificar as suas ações?

 

Já imaginou onde poderia estar se acabasse, de uma vez, com esta doença?
De acordo com Schwartz (2017), a desculpativite explica a diferença entre pessoas que querem ir longe e as que não saem de onde estão.

 

A vítima de desculpativite sabe que o seu álibi é mais ou menos uma mentira. Mas quantas vezes mais repetir o seu álibi, mais convencido fica da sua veracidade.

 

Muitas vezes as desculpas são parte integrante da nossa história de vida, de tal modo que se torna difícil reconhecer-lhe os contornos. Julgamos que fazem parte do nosso ser, de tal modo nos habituámos a elas. Podemos pensar numa criança a quem sempre disseram que era frágil e incapaz de realizar exercícios físicos. É óbvio que esta pessoa nunca se proporá a entrar em provas desportivas. Esta pessoa nunca entenderá a sua atitude de evitamento como uma desculpa. Ela é assim! Faz parte da sua natureza – pensará. Se queremos alcançar sucesso, um dos desafios que devemos assumir connosco mesmos é tentar reconhecer quais as desculpas que estamos a usar nas nossas vidas. Enquanto não trouxermos à consciência as desculpas que usamos não conseguiremos sair do círculo vicioso do fracasso. Um dos modos de reconhecer estas desculpas furtivas passa por estarmos atentos à nossa linguagem. De cada vez que nos lamuriamos ou justificamos, invariavelmente recorremos a desculpas.

 

As desculpas costumam andar a par com emoções e sentimentos negativos, como a tristeza, o medo, a ansiedade, a preocupação, entre outras. A gestão deste tipo de experiência passa por nos focarmos no presente, no desenvolvimento pessoal, na autoconfiança e autoestima. Por muito antigo que seja o hábito de recorrermos a desculpas e por muito enraizado que ele esteja no nosso interior poderemos substituí-lo por hábitos mais produtivos. Para tal necessitamos, em primeiro lugar de tomar consciência das desculpas a que recorremos frequentemente e alterar as nossas convicções pessoais. A forma como percecionamos a realidade depende do nosso sistema de crenças. Hoje em dia, após o reconhecimento da neuroplasticidade do cérebro sabe-se que o nosso sistema de crenças tem poder para controlar o nosso próprio corpo e aquilo que antigamente julgávamos imutável, como o nosso temperamento. Reprogramar o nosso interior está nas nossas mãos. Passa antes de mais por alterar as nossas crenças.

 

Há algo de comum a todas as pessoas que fracassam no alcance dos seus objetivos. A primeira característica detetável, logo numa primeira conversa é a capacidade que estas pessoas têm de argumentar em defesa de um possível fracasso futuro. São homens e mulheres que se munem, a priori, de um conjunto de desculpas ou álibis que lhes permitem não ter êxito sem perder a face. Alguns dos álibis mais comuns são “se tivesse tido oportunidade”, “se tivesse mais tempo”, “se fosse mais novo”, “se tivesse estudado”, “Se neste país houvesse mais oportunidades”. Ao criar os seus álibis, as pessoas encontram justificação para não lutarem por uma vida diferente. Esta atitude é tão negativa para o próprio como para a sociedade em geral, uma vez que todos nós possuímos talentos únicos que podiam contribuir para a riqueza social e cultural do país. Encontrar desculpas para cruzar os braços é o mesmo que recusar-se a dar o seu melhor à sociedade.

 

 Pensar em fazer o que se pode com aquilo que se tem, onde quer que se esteja é o derradeiro desafio de maturidade. Ou seja, compete-nos processar ideias, de acordo com os recursos que temos e a partir daí criar valor que seja objetivamente visível. Esta é a atitude oposta à de culpabilizar o sol, a chuva, as estações do ano, em geral, a semente e a terra que é, no fundo, culpar tudo aquilo que possuímos. A maior parte das pessoas tem tendência a culpar o médico, o professor, a escola, os tribunais, o chefe, o colaborador e, sobretudo, o governo. O princípio aplicável nestes casos é o mesmo subjacente ao normal funcionamento do cérebro. No momento em que desviamos a nossa atenção para encontrar um culpado, deixamos de ter o nosso cérebro em busca de um aliado. Que é o mesmo que dizer, alguém que nos podia ajudar na concretização dos objetivos. Ora, é na busca deste aliado que temos de nos focar.

 

1.      O que fará, hoje, mesmo para curar-se da desculpativite? Qual o primeiro passo?

 

2.      Qual terá de ser o seu foco, neste momento, para atingir os seus objetivos e evitar a desculpativite?

 

Só mudando o que se passa na nossa mente e mudando a nossa perceção do mundo é que podemos alterar esta realidade.

 

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Referências Bibliográficas

 Hill, N. (2017). A lei do sucesso. Lisboa: Lua de Papel.

Schwartz, D, J. (2017). A magia de pensar em grande. Lisboa: Lua de Papel.